| TOMADA DE DECISÃO |
|---|
| Enviado em Thu 19 Nov 2009 por webmaster (556 leituras) |
|
A IMPORTÂNCIA DO EQUILIBRIO EMOCIONAL PARA A TOMADA DE DECISÃO NO CONTEXTO ORGANIZACIONAL
Quando se discute equilíbrio emocional, obviamente nos remete ao equilíbrio das emoções, porém quantos conseguem identificá-las e controlá-las? Ou melhor; quantos conseguem potencializar as emoções com foco nos objetivos? Como comenta Negreli Jr. (2008), referindo-se à raiva onde a forma mais adequada de se utilizá-la é canalizando-a para conquista de seus objetivos. Vale acrescentar que, em nosso cotidiano instigam nossa inteligência intelectual nas salas de aula, nossa inteligência operacional no trabalho, porém quantos de nós, aprendem sobre inteligência emocional? Quantos de nós discutem aspectos relacionados às emoções positivas e negativas? Discutem sobre controle emocional, empatia, neurolinguística, percepção e como delegar tarefas? Certamente poucos têm tal oportunidade. Assim, para entendermos um pouco sobre o ponto chave desses questionamentos nada mais justo do que esclarecemos a palavra EMOÇÃO. Entende-se que são impulsos para agir onde a própria raiz da palavra esclarece. Emoção é movere em latim, mais o prefixo “e-”, para denotar “afaste-se”, indicando que uma tendência a agir está implícita em toda emoção, assim, vale dizer que toda emoção nos leva a uma ação (GOLEMAN, 1995). Esse esclarecimento traz outro questionamento. Você anda percebendo suas ações? Suas decisões têm inteligência emocional? Ou de acordo com a situação, sua ação já está no famoso “piloto automático”? Antes de responder essas perguntas, reflita um pouco nos impactos que nossas emoções têm em nosso dia-a-dia. Vivemos justificando nossas ações nos acontecimentos externos, mas não assumimos a responsabilidade de escolhermos nossas atitudes, entende-se que não é um dia de trabalho difícil que deixa agente estressado, mas sim, nós que escolhemos ficar estressado, sabe-se que é uma dura realidade para se acreditar. Porém ao assumir essa responsabilidade percebe-se que é possível ter o controle de suas emoções e certamente terá grandes resultados. Sabe-se ainda que são necessários anos para ser construir uma carreira profissional, mas com alguns preciosos segundos podemos colocar tudo por água à baixo. Goleman (1995) ressalta que de certo modo a nossa mente é dividida em duas partes: emocional e racional, “coração e cabeça”, onde na maioria do tempo elas trabalham em harmonia, contudo diante de situações conflitantes, manter esse equilíbrio pode tornar-se muito complexo para várias pessoas, onde podemos dizer que; “entra” a inteligência emocional, como cita Weisincer (1997). O autor comenta que inteligência emocional é utilizar as emoções de forma inteligente, isto é, fazer intencionalmente com que as emoções trabalhem a nosso favor, usando-as como um meio de controlar nosso comportamento e raciocínio de maneira que busque otimizar os resultados. Diante disso, entende-se que ter inteligência emocional é também ter um diferencial desconhecido, mas de muito valor para as organizações. Porém percebe-se que é extremamente necessário aprofundar o estudo para obter melhor entendimento sobre um tema tão instigante.
Autor: Renê Carvalho Breve Informações Adicionais. Graduado em Administração Cursando Practitioner em PNL Participante da equipe - Limit Atualmente- Supervisor de Armazém – Fibrafort. |
| Índice :: Imprimir :: Enviar a um amigo |
| Enviado por | Tópico |
|---|


