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Habilidade Esportiva
em Ação
Um grande esportista possui grandes habilidades e talentos.
Ao contrário de que muitos pensam essas habilidades e
talentos foram formados no decorrer da vida, ele não nasceu com elas.
Muito treino foi necessário para que ele atingisse um grau
de privilegio entre os demais atletas.
Dentre essas
habilidades destacamos:
1- Habilidade física –
(Inteligência Física)
Encontrando-se com o corpo físico em forma necessária para a
modalidade esportiva que se destina o atleta, (com algumas exceções) e com bom treinamento a pessoa adquire esta
habilidade para desempenhar-se de forma excelente.
2- Habilidade
Intelectual – (Inteligência Mental)
Em todas as modalidades esportivas é necessária inteligência
Mental para um bom aproveitamento. Muitos perdem por não possuírem uma boa
estratégia na competição. Esta habilidade é conseguida com treino que pode ser
feita com a prática do esporte de forma consciente ou inconsciente.
Estas habilidades são as mais trabalhadas profissionalmente
entre os atletas. Isto porque conhecemos essas inteligências desde crianças e
sabemos como trabalhá-las.
Entretanto, existem outras inteligências que normalmente
negligenciamos. São as Inteligências
Espiritual e Emocional. Essas inteligências (habilidades), são responsáveis
pela liderança do atleta, elas comandam e sem elas o físico e a mente podem não
funcionar direito levando o atleta ao seu dia de cão.
3- Habilidade
Emocional – (Inteligência Emocional)
Uma emoção pode causar distúrbios físicos como, por exemplo,
câimbra, disritmia cardíaca, palpitação, distúrbios intestinais, fraqueza, cansaço,
depressão e até cegueira que é muito comum com jogadores de futebol devido a
muita ansiedade.
As emoções ocorrem de diversas e diferentes formas, de
acordo com o individuo. As causas podem ser diferentes para cada tipo de pessoa
de acordo com a compreensão às manifestações externas.
As crenças e valores têm a ver com essa manifestação.
4- Habilidade
Espiritual – (Inteligência Espiritual)
A habilidade espiritual é a capacidade de comunicação do
“EU” com a mente e o corpo. O “EU” é quem comanda. O corpo e a mente só fazem o
que o “EU” acredita.
Assim sendo, um atleta pode ter uma excelente habilidade
física e um excelente grau de inteligência, mas se não estiver com o espírito
em transe positivo suas habilidades não trarão bons resultados.
É o espírito de sucesso, de vitória de liderança que faz a
grande diferença entre os perdedores e os vencedores.
È bem comum observarmos atletas que de repente entram em uma
fase ruim e parece que tudo o que ele faz não é o bastante. Logo ele entra em
depressão e as coisas pioram.
Este estado pode ser coletivo, um time inteiro pode entrar
em clima de vitória ou de derrota. A torcida não consegue compreender como uma
equipe tão boa, tão bem treinada pode trazer resultados medíocres. E o
contrário também surpreende, equipes ruins, com profissionais desacreditados
vencendo e trazendo bons resultados.
Tudo isso é comandado pelas Inteligências Espiritual e
Emocional.
As soluções:
As grandes equipes
por obterem bons recursos financeiros ou um plantel de atletas para reposição
optam em trocar o atleta que passa por uma das fases de baixa ou compram um
novo.
Enquanto que as pequenas
equipes por não possuírem um grande plantel ou não possuírem recursos para
novas contratações acabam tendo que pagar o mico da derrota sem entender o
porque aquele excelente atleta não rende na hora “H”.
Treinar emocionalmente não é padrão nas equipes esportivas,
entretanto algumas o fazem de forma caseira e intuitiva e em alguns casos
conseguem obter bons resultados.
Atualmente as organizações esportivas que optam em
desenvolver trabalhos de treinamento pessoal/emocional acabam por obter
melhores resultados que podem ser observados claramente diante às disputas.
Isto pode ser considerado um diferencial estratégico até o
dia em que todas as equipes estiverem desenvolvendo tais treinamentos.
O mérito do Técnico
Muitos técnicos têm o receio de que o seu mérito será
sufocado diante a um treinamento emocional com sua equipe, entretanto o que se
vê é justamente o contrário. Sua estratégia fica acentuada para a equipe, a
opção e decisão de desenvolver um treino emocional é dele, a escolha do atleta
para um coaching também é do técnico, então o mérito é totalmente dele.
O papel do Coacher
(profissional que faz coaching)
O papel do coacher é como o de um fisioterapeuta ou de um
médico que é chamado no momento necessário para ajudar o time ou um individuo.
Ele atua no momento em que o atleta ou a equipe necessita de carga emocional,
quebra de paradigmas, quebra de barreiras psicológicas, crenças, medos, fobias,
para vencerem ultrapassando obstáculos.
O coacher é um profissional neutro, ele não decide, ele não
aconselha, ele não necessita entender do esporte em questão. Seu negócio é
ajudar o atleta a superar e conquistar seu objetivo.
O técnico é quem sabe os limites que podem ser superados e
os atletas que podem render mais para indicar ao coacher quem deve ser ajudado.
Visão dos trabalhos
de Psicologia
Muitas equipes esportivas tiveram, com razão, uma decepção
com trabalhos envolvendo a psicologia.
Normalmente o que fazem é avaliar os atletas e passam a
ficha para a comissão técnica que não sabem o que fazer. As opções que lhes são
dadas são lentas. Isso porque a psicologia trabalha com analise e o tempo é seu
melhor aliado.
Há então uma frustração por parte da comissão técnica porque
eles não podem perder tempo, a competição exige que as coisas aconteçam de
forma rápida. Por fim acabam optando em trocar atletas ou adquirirem novos.
Dinâmicas de PNL e
coaching
Com a PNL (Programação Neurolinguística) o resultado é
rápido (instantâneo). A PNL trabalha o
resultado sem destrinchar as causas. Por isso é mais rápido.
Um atleta com um problema de desanimo, seja lá qual for o
motivo, será trabalhado para ficar animado independente da causa.
Tanto os trabalhos de PNL quanto os de coaching podem ser
aplicados para grupos ou individualmente e sempre
sob a solicitação do técnico.
Exemplos de ações que
podem ser consideradas adequadas para a solicitação do coacher.
- jogador não consegue entrar na área para fazer o gol,
- atleta não joga bem quando esta chovendo,
- jogador quando erra o primeiro passe não consegue jogar
bem,
- joga bem nos treinos, e amarela quando entra em campo,
- não consegue acertar o gol,
- não enxerga seu colega para passar a bola,
- clima de euforia da equipe “síndrome do já ganhamos”,
- clima de desanimo da equipe,
- atleta em depressão,
- atleta com fobias, medos, traumas, pânico,
Na maioria dos casos o tratamento é rápido com sessões de no
máximo 45 minutos e o atleta está pronto para competir.
Paradigmas
Adotamos a prática de acreditarmos nas coisas do jeito que
elas são e muitas vezes cometemos grandes erros.
Rotulamos atletas, criamos tabus que passam a ser
insuperável.
Trabalhos de PNL podem quebrar esses paradigmas mostrando
que aquele atleta que sempre faz as coisas daquele jeito que todos esperam que
faça, mude suas ações, e passe a fazer diferente. Isso vale para as equipes
também.
Ex. Nunca ganhamos fora de casa, Nunca ganhamos de
determinado time, só chuto fora do gol, só passo bola errada, nossa equipe é
fraca, não merecemos, etc.
A PNL é uma
grande arma para as equipes e pode dar um grande diferencial nas competições.
Esperamos cada vez mais poder contribuir para que as
organizações tenham acesso a essa ferramenta causando um melhor aproveitamento
para os atletas, para os técnicos e melhorando a qualidade de vida das pessoas.
Fernando C. Oliveira.
Personal Coach
Diretor Geral do Instituto
Napoleon Hill
Pioneiro em coaching esportivo
com equipes de futebol no Brasil.
Artigo do site www.napoleonhill.com.br
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